Laboratório de Ideias

 

O principal objectivo do Bisturi é pensar o presente e o futuro do nosso país através do exercício da nossa cidadania. Pugnaremos por fazer chegar o nosso repositório de ideias ( soluções paras problemas da sociedade civil, identificação de problemas etc…) às entidades competentes nacionais.

Se gostas de criticar e não sabes onde e como o fazer, este espaço é para ti!!

Envia-nos as tuas ideias para: laboratoriodeideias@bisturi.eu com o teu nome e a região onde resides.

Que tipo de ideias procuramos?

  • entendemos que ideias, não são apenas soluções para problemas. Todas as ideias em contexto de cidadania participativa passam por denunciar problemas, criticar aquilo que existe, argumentar, e sumariamente apresentar soluções;
  • aquilo que procuramos no fundo é que partilhes connosco as tuas preocupações, e hipotéticas soluções ou que identifiques problemas que para ti são relevantes nos distintos sectores ainda que não conheças a sua solução, é importante identificar aquilo que não está a funcionar da melhor forma;


” A reforma administrativa de 2012 que se centrou na fusão, agregação e extinção de 1168 freguesias das 4260 então existentes deveria também aplicar-se aos municípios segundo os mesmos critérios. ” Miguel Pedro Araújo, Aveiro


“Defendo o Programa + Superior para aqueles que queiram sair do litoral do país, estudando no interior, com uma clara tentativa de fomentar políticas ativas em favor da coesão territorial e mobilidade dos estudantes.” Luís Nunes dos Santos, Évora


As CCDR’s deviam ser extintas, sendo feita uma verdadeira reforma no poder local.” Miguel Pedro Araújo, Aveiro


” A nossa sociedade mudou para se converter numa sociedade idosa, portanto aqueles problemas que são do interesse das pessoas idosas, deveriam ser de todos nós. É necessário pensar nas respostas que existem. O sistema penal está longe de fornecer todas as respostas necessários a casos de violência contra idosos. O processo de suporte social com idosos deve alicerçar-se no envolvimento do cidadão e da sociedade. Esta realidade apresenta um enorme desafio civilizacional às sociedades contemporâneas, exigindo delas a criação de estratégias voltadas para os cuidados a serem prestados a esta população.” Sandra Carvalho, Porto


” O sistema de ensino é essencial para as gerações futuras. O desorganizado, o que valoriza pouco a memorização, o que é rebelde, o que odeia fazer tudo o que os professores ordenam, o que é open mind e sabe que as coisas pensam-se de diferentes formas também têm um lugar no ensino e também são “excelentes” alunos…

Necessitamos mudar radicalmente o sistema de ensino e de avaliação adaptando-o às exigências e às competências dos tempos modernos.”

Gonçalo Melo de Magalhães, Reside em Amesterdão, Holanda


” É importante que os jovens portugueses tragam para Portugal o melhor que se faz no mundo. Para isso tem que existir no nosso país uma conjuntura favorável a esta entrada de conhecimento. O design thinking pode contribuir para a mudança e atualização do modus operandi dos grupos/empresas portuguesas.” Francisco Marques de Aguiar, Porto


” Devemos incluir a Educação não formal como factor de diferenciação no currículo e na carreira de cada indivíduo.” Luís Nunes dos Santos, Évora


” Na publicidade/televisão/programas de televisão passam os conteúdos errados. Nada se constrói. Os media necessitam uma profunda transformação.” Simão Oom de Sousa, Lisboa


” Em Portugal as pessoas não conseguem ter a desenvoltura que no estrangeiro atingem. Devia ser criado um fundo para registar as patentes dos inventores portugueses, e as que tivessem sucesso contribuíam com uma percentagem monetária para esse fundo. E assim sucessivamente! ” Paulo Lima, Porto


” Gostava que o ensino formal ou não formal, isto é, a sociedade em geral, se focasse em arranjar mecanismos incentivadores da diferença, que permitissem às pessoas não viver ” inside the box”, vendo que existem outras maneiras de viver e outros percursos de vida. Existem sempre oportunidades que são válidas.” Diogo Paupério, Porto


” Acredito que deve existir mais integração das escolas com associações que permitissem aos alunos ter outras competências incentivando-os a ter um papel mais ativo em sociedade.” Carolina Osório Pinho, Porto